Estas seis "formas de queda", embora diferentes em aparência, têm uma lógica central comum: os preços enfrentam resistência em níveis altos, a força dos touros continua a enfraquecer e os ursos gradualmente assumem o controle. Os topos duplos e triplos são o resultado de várias tentativas de os preços subirem sem conseguir romper, refletindo a saída contínua de capital na área do topo. Na formação de cabeça e ombros, a linha do pescoço torna-se o ponto crítico de força e fraqueza, com o pico do meio muitas vezes representando o último esforço dos touros. As formas de concha e de copo com alça refletem mais a dissipação da força após um longo período de consolidação, com os pontos altos dos preços tendendo a se estabilizar e a força de alta a diminuir. A consolidação em losango geralmente ocorre após o mercado passar por grandes flutuações, levando a uma escolha de direção, que acaba por romper para baixo, indicando que os ursos controlam completamente a situação. Essas formações são essencialmente representações da troca de forças entre touros e ursos em diferentes estágios, apontando para uma conclusão comum: a tendência de alta pode estar prestes a terminar. E, mais importante, as formações da primeira linha são comuns e fáceis de julgar, enquanto as da segunda linha têm um pouco de complexidade, mas é bom que todos saibam disso~
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